Vanguarda cresce

A Vanguarda lança esta semana sua campanha de posicionamento utilizando comercial de TV, outdoors e hot site, além de ações de e-marketing. “Não é comum que uma agência se venda assim; o mais comum é que a agência apresente-se ao mercado como ganhadora de prêmios, como laureada. Nós somos. Não há nenhum prêmio nacional importante que não esteja em nossa parede. Mas isso não é importante quando o que está em questão é a competência para ajudar um candidato a se eleger”, explica Alcindo Cavalcante, sócio-diretor da agência. A idéia é apresentar a agência às vésperas do processo eleitoral “em um mercado gigantesco, que envolve múltiplas candidaturas nos mais de cinco mil municípios do país”, explica Juliana Chaves, gerente de operações da Vanguarda. A campanha antecipa o movimento frontal que fará a Vanguarda, avançando para mercados antes fechados para agências do norte do país, como o centro-oeste e o sul do país. “A partir da atração dos parceiros certos, a Vanguarda está crescendo e se multiplicando. Depois da criação da V2/Vanguarda, que trabalha exclusivamente com comunicação de varejo, da criação da estrutura em Santarém, chegou a hora da Vanguarda desdobrar-se para outros mercados”, confirma Juliana. “É uma marcha para frente que não terá retorno”, enfatiza Alcindo. “Até agora estamos realizando trabalho de pré-campanha no Pará, na Bahia, no Rio Grande do Sul, no Mato Grosso, no Amazonas e no Acre”, destaca. “Já somos a primeira agência do norte com filiais e acordos operacionais fora da praça de origem”, retoma Juliana, para concluir, “agora, vamos nos instalar em Brasília, de onde poderemos alcançar com custos menores os mercados do centro-oeste e do sul do país”. A produção do comercial de TV é da Kilo Filmes.

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“Pará. Terra de Direitos”, o conceito

Conceitos são portadores de significados. Em publicidade, conceitos constituem o eixo estratégico de uma abordagem de marketing. Um eixo é uma idéia fundamental, uma idéia predominante, um desígnio final de conduta.
O conceito vem de Karl Von Clausevwitz: “a estratégia determina o ponto onde devemos empregar a maior força”.

Um governo que não consegue estabelecer claramente qual o conceito que o move, dificilmente conseguirá estabelecer com o público uma interface simbólica clara. O governo do Pará agora tem um conceito, baseado na universalização de direitos e no cumprimento de sua extensa agenda social, que tem por meta estabelecer um novo modelo de desenvolvimento no Estado.
Em marketing comercial, o eixo estratégico funciona no nascimento da intenção de compra. No marketing político e na comunicação pública, ele destaca as afinidades entre o emissor da mensagem e o tomador de decisão: o cidadão comum.
O eixo estratégico conforma-se em marca guarda-chuva quando se torna síntese. E essa marca guarda-chuva abriga sobre si diferentes sub-marcas que lhe dão substância e sustentação.
Cada ação concreta de cada secretaria se converte em ações táticas que atuarão sinergicamente a serviço desse eixo estratégico.
Com base nesse raciocínio e tendo como referência o planejamento plurianual (PPA) do governo do Pará, propusemos a adoção de um conceito que, agora, se converterá em uma “marca guarda-chuva”: “Pará. Terra de Direitos”, a antítese do “Pará, terra sem lei” que notabilizou o nosso estado por anos a fio.
Esta marca (brand) será o ponto de convergência das ações sociais do governo e não substitui a logomarca (logotype) do governo, nem deve, necessariamente, ter uma representação física em todas as ocasiões. Ela demarca o “norte”, a direção. Em sua base está o slogan do governo, ou seja, sua identidade presente: “Pará. Governo Popular”. O slogan que propomos tem como centro as pessoas, foco da atuação de um governo que inverte prioridades, estimula a participação popular, evoca a integração territorial e a distribuição equânime de recursos técnicos e financeiros, para construir o novo desenvolvimento econômico e social, justo e includente, que respeita as vocações locais, as diferenças regionais e a vontade do povo.
O anúncio que publicamos no último domingo no jornal Diário do Pará destaca as ações inaugurais da marca “Pará. Terra de Direitos”, que começa a se concretizar ainda em abril de 2008. A consultoria de marketing na criação do conceito e a direção de criação da peça é de Chico Cavalcante e a direção de arte é de Phernando Silva.