Maria reassume prefeitura de Santarém

Prefeita Maria cumprimentada por populares Foto Ronaldo FerreiraA população santarena, representada entre outras, por lideranças de bairros e lideranças políticas tanto do município quanto do Estado (Deputados Carlos Martins e Antonio Rocha) e da esfera Federal (Deputado Paulo Rocha), testemunharam na tarde da última sexta-feira, 12 de junho, o ato de posse de Maria do Carmo Martins Lima e de José Antônio Rocha, eleitos Prefeita e Vice-Prefeito de Santarém, respectivamente, em outubro de 2008.
“Prometo manter, defender e cumprir as constituições do Brasil e do Estado, a Lei Orgânica municipal, observar as leis, promover o bem geral do povo santareno e desempenhar com honra e lealdade as minhas funções”, declararam Maria e José Antônio em juramento de posse.
A cerimônia foi presidida pelo prefeito em exercício da Câmara Municipal, vereador Emir Aguiar.
Maria falou aos presentes sobre as perspectivas para seu segundo mandato, com a consciência de que muito trabalho tem a ser feito, inclusive na construção de uma nova Santarém do ponto de vista da infraestrutura, prejudicada pelas fortes chuvas.
Reconheceu o desempenho do Prefeito Interino à frente do executivo. “Eu demonstro a minha gratidão não só em meu nome, mas em nome do povo de Santarém a José Maria Tapajós”, enfatizou a prefeita, que convidou aos demais vereadores a lutar pela governabilidade de Santarém.
“Eu convido a todos, em nome da governabilidade, a colocar Santarém acima dos interesses pessoais e partidários”, e conclamou o povo: “Vocês me ajudaram a chegar aqui. Me ajudem agora a governar”.
Encerrada a cerimônia de posse, a programação foi realizada no Palácio Jarbas Passarinho. José Maria Tapajós transmitiu o cargo à Maria do Carmo.
Na oportunidade, a prefeita reeleita deu posse a seus secretários e coordenadores municipais: Kássio Portela (Secretário de Administração), Inácio Corrêa (Secretário de Governo), Everaldo Martins (Secretário de Planejamento), Osmando Figueiredo (Secretário de Agricultura e Abastecimento), José Antônio Rocha (Secretário de Saúde), Arnoudo Andrade (Secretário de Turismo), Marcelo Corrêa (Secretário de Meio Ambiente), Sandro Lopes (Secretário de Transportes), Hilário Coimbra (Secretário de Organização Portuária), Luis Alberto (Secretário de Segurança Cidadã), Beto Frazão (Secretário de Habitação), Valéria Lima (Secretária de Infraestrutura), Ana Elvira (Secretária de Assistência Social), Lucineide Pinheiro (Secretária de Educação), Jarle Aguiar (Secretária de Cultura), Rosilane Evangelista (Secretária de Finanças), Edna Reis (Secretária de Desenvolvimento Econômico e Social), Denise Marsala (Coordenadora de Promoção Social), Ivete Bastos (Secretária de Produção Familiar), Aloísio Walter (Coordenador de Orçamento Participativo), Francisco Wanderley (Coordenador de Desenvolvimento e Integração Regional) e Isaac Lisboa (Procurador Jurídico).
Francisco Cavalcante, diretor de criação da Vanguarda, esteve presente na posse da prefeita. A Vanguarda atende a conta da Prefeitura de Santarém desde 2005.

Anúncios

“O marketing político não é uma técnica neutra”

Francisco CavalcanteFrancisco Cavalcante, publicitário, diretor de criação da Vanguarda e da V2/Vanguarda, coordenador de marketing de diversas campanhas eleitorais desde 1994, com muitas vitórias no currículo e vários livros publicados sobre propaganda, comunicação e marketing, é hoje consultor do PT, partido que governa o país e o Pará.

No embalo, ele está lançando mais um livro, significativamente denominado “Marketing Político Radical”, um trabalho original que rompe com a chamada neutralidade do marketing quando o assunto é política.

Marketing político ganha eleição?


Não. Quem ganha eleição é candidato, é partido, uma estratégia correta de alianças entre forças políticas, uma engenharia eleitoral que responda às necessidades da ocasião e aos interesses táticos. São esses os fatores decisivos. O marketing errado pode enterrar uma candidatura competitiva e o marketing feito de maneira competente auxilia na construção da imagem e na tarefa persuasiva, maximizando os pontos fortes do partido e do candidato e atenuando eventuais pontos fracos, mas não é, em si, o fator determinante, não substitui nem o candidato nem a função primordial do partido. Podemos dizer que o papel do marketing político não é eleger alguém, mas melhorar a sua imagem diante da opinião pública. Você tem que sair de uma disputa melhor do que entrou para poder valer o seu investimento.


Existe receita para o sucesso em marketing político?


Podemos dizer, com certeza, que existem alguns requisitos básicos para o sucesso em marketing político, que não garantem nada, mas são imprescindíveis para que as coisas se ajustem e os resultados sejam satisfatórios. O primeiro deles é a existência de um plano estratégico, de orientação geral e de detalhamento de atividades, tempo e recursos. O segundo é a disponibilização de mão-de-obra especializada em comunicação. O terceiro é a existência de um monitoramento sistemático do impacto da comunicação durante o processo. O quarto é a obediência ao plano, ou seja, a centralização das decisões e a unidade férrea em torno da linha, do projeto estratégico.


Depois das eleições, acaba o papel do marketing?


Aí é que o trabalho começa pra valer. O marketing político vai muito além do marketing eleitoral. O marketing eleitoral é tático, imediatista, dura o tempo que dura a campanha; o marketing político, ao contrário, é estratégico, de longo prazo. Uma vez eleito, o governante ou o parlamentar começa uma nova etapa que consiste em estabelecer e aperfeiçoar o conceito da administração pública que ele está levando adiante. Depois, deve consolidá-lo. A disputa passa para outro patamar. Nas eleições, você quer o voto; como governante ou parlamentar, você tem que buscar o consentimento, a aprovação popular para as suas ações, a legitimação que somente o apoio da população pode garantir. Achar que essa legitimidade está garantida pelo voto é um erro trágico. No filme “Como se fosse a primeira vez”, a personagem central, Lucy, interpretada por Drew Barrymore, perde a memória e precisa ser reconquistada a cada dia. Com a opinião pública acontece o mesmo. Para reconquistar o público a cada dia, as obras e serviços devem vir combinadas com ações permanentes de marketing.


Mas os gastos com propaganda política de governo não são muito questionados?


Esse questionamento é cínico. Não há muita ou pouca propaganda governamental, o que há é propaganda bem feita ou mal feita. Os limites legais são estreitos, não podem ser ultrapassados. Em comunicação pública, tudo que for investido em propaganda não pode ser superior a um por cento da previsão orçamentária do ano fiscal em questão. As penas para quem desobedecer são duríssimas e podem levar a inelegibilidade. Portanto, é legal e legítimo investir em propaganda. As autoridades públicas têm dupla obrigação de prestar contas ao público. Em primeiro lugar, porque a Lei prevê este investimento e os cidadãos e cidadãs têm o direito de saber o que está sendo feito com o dinheiro público; em segundo lugar, porque essa visibilidade é decisiva para influenciar a opinião pública, obter o consentimento, que está para além da fronteira do voto, está na mente, no imaginário da população.


“Marketing Político Radical”, seu novo livro, defende que existe uma diferença estrutural entre a prática “de esquerda” e a prática convencional do marketing político. Essa diferença existe?


Meu livro marca uma ruptura metodológica com a manipulação do marketing, introduzindo a política como elemento norteador de sua ação. Marketing político radical é um conjunto de técnicas de pesquisa, planificação, gerenciamento e difusão que tem como norte o compromisso, o engajamento político. Ele exclui a possibilidade de uma técnica neutra, despolitizada, inocente diante dos fatos. Quando assumo uma campanha, assumo um compromisso com seu discurso, com sua diretriz política. Quando me proponho a traduzir a proposta em discurso e o discurso em imagem, estou me comprometendo com as idéias que estou comunicando. Somente a covardia pode dar amparo a uma neutralidade técnica diante da matéria política. O marketing político radical é o marketing do compromisso e da adesão. O marketing político convencional é mercenário e tenta ocultar sua essência, seu teor político, apresentando-se como uma técnica que pode ser usada para o bem ou para o mal. Com isso, os profissionais que o praticam “lavam as mãos”, entregando seus clientes ao público como uma loja entrega uma geladeira. O marketing político radical, ao contrário, é militante, abraça as causas para as quais trabalha. É dessa forma que trabalhamos. E só assim sabemos trabalhar.

Ilustração: Vanguarda

A maior obra

ANUN_GOV_LATITUDEobra2Cuidar das pessoas deveria ser a síntese do objetivo de todo governo. Quando concretizado, tal objetivo torna-se uma obra eterna. A maior, de qualquer administração. O Brasil, por séculos, viu a sucessão de governos que consideravam outras prioridades. No Pará, essa percepção nefasta de que pode existir algo mais importante do que cuidar das pessoas produziu desiguldades seculares, devastação ambiental, subdesenvolvimento econômico e índices de desenvolvimento humano que um governo dedicado levará pelo menos duas décadas para reverter. Esse é o esforço do governo do Estado e da governadora Ana Júlia, como retrata o anúncio criado pela Vanguarda e que ilustra este post. Será publicado, em página dupla, na revista Latitude, do Hangar.

Vanguarda cria para PT nacional

Lula e Chico1Uma vez mais o programa nacional do Partido dos Trabalhadores terá a assinatura da agência paraense Vanguarda Propaganda.

O sucesso do programa de 2008 e da série de comerciais “Bandeiras”, que antecipou a ofensiva eleitoral do PT no ano passado, garantiram a renovação do contrato com a agência de Belém do Pará. Com produção da Makro Video (Goiânia) e co-produção do Studio 10 (Brasília), o programa e as inserções estão em fase de finalização.

O programa de rádio está a cargo da KL Multimídia, do paraense Kleber Barros.

Os roteiros de TV foram criados por Chico Cavalcante e Vera Paoloni e os roteiros de rádio foram redigidos por Chico Cavalcante, Vera Paoloni e Rubia Correa. A aprovação final foi feita pelo presidente do partido, Ricardo Berzoini e a coordenação geral dos trabalhos é do Secretário de Comunicação do PT, Gleber Naime.

A mesma equipe de criação é responsável pelas inserções do PT Pará. A produção de TV é da Digital Produções e a de rádio está a cargo da KL Multimídia.

Na foto, o presidente Lula em momento de descontração conversa animadamente com Chico Cavalcante, o diretor de criação da agência, durante as gravações realizadas em Brasília.

Marketing Político Radical em prova de prelo

lula-cavalcante-marketing-politico-radical-pt

Alguns exemplares da prova de prelo do livro “Marketing Político Radical”, de Chico Cavalcante, começaram a circular, inclusive em Brasília, em mãos poderosas como do presidente Lula e dos ministros Dilma Roussef e Luis Dulce. A prova de prelo é uma pré-edição de poucas unidades, destinada a revisão final, mas também se presta a feitura de pré-testes de leitura e divulgação prévia de uma obra que ainda terá uma tiragem industrial. As provas de prelo estão em desuso na maioria das casas publicadoras do mundo, por causa dos custos envolvidos, mas a Labor Editorial, responsável pela publicação da obra do jornalista paraense, decidiu realizar o investimento em um livro que tem cerca de 250 páginas, com capa em policromia em encadernação brochura.

Marketing Pós Eleitoral

marketing-pos-eleitoral-alcindo-vanguardaAlcindo Cavalcante, diretor associado da Vanguarda Propaganda, acaba de retornar de São Paulo onde participou do curso “Marketing Pós Eleitoral”. Alcindo, responsável pela área de planejamento da agência, é jornalista e co-fundador da Vanguarda. No momento, ocupa-se com a estruturação do Instituto Vanguarda, que funcionará a partir de outubro de 2009 no secular casarão da Rua Benjamin Constant, no centro de Belém. Dentre outras atividades de estímulo ao estudo e pesquisa na área de comunicação social, o Instituto Vanguarda ministrará palestras, cursos livres e cursos regulares de design gráfico, edição de TV, jornalismo impresso, marketing comercial, propaganda e contra-propaganda, marketing de guerrilha e marketing político, tanto em sua modalidade convencional quanto do chamado “marketing político radical” – a modalidade de marketing político formulada por Chico Cavalcante e que se aplica a organizações e partidos com perfil anti-hegemônico.

Logotipo da Escola Nacional do PT

Um livro aberto que tem em sua base as cores nacionais e em primeiro plano as cores e símbolo do partido. Um desenho livre, que sugere ao mesmo tempo um abraço, braços abertos que acolhem e sugere leveza e movimento.

Esses são os elementos conceituais que sustentam a proposta de logotipo da Escola Nacional do PT apresentada esta semana pela Vanguarda ao secretário nacional de comunicação, Gleber Naime, e ao presidente da legenda, deputado Ricardo Berzoini.

O projeto da Escola Nacional foi aprovada no 3 Congresso do PT. Recentemente a DNPT deu os passos decisivos para o funcionamento da escola, que será gerenciada pela Fundação Perseu Abramo. Os objetivo da escola são: fortalecer a instituição PT – comprometida com a capacitação de seus militantes – e buscar soluções para os problemas do povo brasileiro.

Só este ano a Escola Nacional vai capacitar 100 mil militantes que se inscreverem, em todas as regiões do país, e vai oferecer Cursos para todos os vereadores do PT.

Simbolismo: livro aberto, braços abertos, mente aberta, elementos constitutivos da proposta

Simbolismo: livro aberto, braços abertos, mente aberta, elementos constitutivos da proposta

Vanguarda fará programa do PT nacional

Cavalcante com o presidente do PT, em Brasília

Chico Cavalcante, titular Vanguarda Propaganda e da V2/Vanguarda definiu, em reunião com o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, as linhas gerais do próximo programa de TV que o partido levará ao ar no primeiro semestre de 2009. Com a direção do partido confiante diante do crescimento econômico de 5,1% em 2008 enquanto o mundo enfrenta um cenário recessivo, a idéia é seguir a linha afirmativa que Cavalcante cunhou nos programas do ano passado, consagrados com o sucesso da série de comerciais denominada “bandeiras”, onde palavras-de-ordem históricas do Partido dos Trabalhadores eram associadas às ações concretas do governo. “Os programas mostrarão que no passado, diante de uma crise como a asiática, o governo era problema; agora, é solução”, diz Cavalcante. Além do programa da legenda que hoje governa o país, a Vanguarda foi convidada a realizar ainda este ano uma oficina de comunicação e marketing político que envolverá dirigentes da área de comunicação do partido em todos os estados da federação. Os comerciais do PT irão ao ar entre 19 e 26 de maio. A jornalista Vera Paoloni assumirá a produção executiva das peças, que terão direção de criação do próprio Cavalcante.