Amazônia em traços e cores

A identidade corporativa se traduz e se manifesta de várias maneiras: na marca gráfica da empresa, nas suas comunicações (interna e externa), no seu ambiente de produção ou atendimento, no tratamento que dá ao cliente, nas apresentações de seus profissionais, no seu material impresso, no seu nome, no seu portfólio de produtos etc. Todas essas manifestações contribuem para a construção da imagem corporativa, que se traduz, por fim, no conjunto de elementos pictóricos que representam visualmente, e de forma sistematizada, o nome, idéia, produto, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base o logotipo, um símbolo gráfico e conjunto de cores aplicados em sua representação bi ou tridimensional. A Amazônia, e o Pará em particular, vem desenvolvendo ao longo das três últimas décadas uma gama expressiva de excelentes trabalhos na área de design gráfico e identidade corporativa, reconhecidos inclusive em publicações especializadas internacionais. Mas não existe nenhuma publicação que sirva de referência e registro dessa rica produção. Para ocupar essa lacuna, a Labor Editorial estará, a partir de janeiro de 2008, abrindo as inscrições para o I anuário de identidade corporativa e design gráfico da Amazônia. Poderão se inscrever agências, escritórios de design, estudantes e profissionais independentes. O Anuário deve ser publicado e lançado em outubro de 2008, nas comemorações do Círio de Nazaré, em Belém. A Vanguarda criou a logomarca, a capa e está desenvolvendo o hot site que será usado para receber as inscrições. A editora espera captar patrocínio, público e privado, para viabilizar a publicação.

7 comentários

  1. Chico, a nota a seguir foi publicada hoje em O Liberal, coluna Repórter 70: “Aconselhada pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, jornalista Franklin Martins, a governadora Ana Júlia decidiu: vai contratar uma empresa de marketing político para repaginar a imagem dela e do seu governo, no Brasil e no exterior, chamuscada pela descoberta de desastrada prisão de uma menina com vinte homens na mesma cela da cadeia de Abaetetuba. Aliás, Franklin tem dado uma ajuda e tanto à governadora nas suas idas ao Palácio do Planalto, principalmente para a governadora enfrentar o assédio da imprensa por causa do episódio de Abaetetuba. Antes de encarar os jornalistas, pelo menos uma vez desde a descoberta do caso, a governadora se orientou com o experiente jornalista sobre o que falar.” O que você tem a dizer sobre isso?

  2. Caramba! Se ele tem “ajudado”, melhor seria pedir que parasse. E rápido.

  3. O que a governadora precisa não é de marketing, é de política de segurnaça pública. Saco vazio não se põe em pé.

  4. “Uma ajuda e tanto”… Esse pessoal da 25 de setembro ainda consegue ter forças para fazer ironia…

  5. Essa contratação será feita como? Haverá licitação? Não houve agora uma licitação para contratação de agência de propaganda, na qual estão contidas as ações de marketing do governo? Como pode a governadora contratar alguém ou alguma empresa para tratar da própria imagem? Isso não é desvio de conduta? Acho que essa nota, que parece a favor, na verdade é um torpedo a mais contra a cabeça da governadora.

    Alfredo Lisboa, advogado

  6. Caramba! Se ele tem “ajudado”, melhor seria pedir que parasse. E rápido.

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